Segunda-feira, 25 de Junho de 2007

Surprises, c'est ça...

Será que há alguém que não goste de surpresas? Eu não sei (esta é para chatear a minha mana que está de volta a casa), mas duvido que mesmo nas ditas “más” surpresas as pessoas não sintam a adrenalina (o exame de francês é a prova viva de tal coisa - adrenalina foi o que não faltou naquelas duas horas). Mas não vou falar em adrenalina, nem em sentimentos provocados por reacções corporais porque senão vou ser obrigada a ouvir piadas estúpidas de dois amigos até ao fim dos tempos (vou ouvir à mesma, mas vale sempre a pena tentar, certo?).

Quanto aos outros não sei, mas eu fico sempre surpreendida com as surpresas! (Vejam lá os poderes que eu tenho!) Agora, numa abordagem mais séria: nunca fui muito “achacada a surpresas”, provavelmente porque também nada fazia por merecê-las, mas os últimos dois dias foram bastantes frutíferos e espero que os próximos tempos sejam igualmente propícios a surpresas – boas, obviamente! Até porque uma trindade terrestre se juntou para surpreender as poucas pessoas que ainda julgam haver gente mais ou menos normal neste mundo!

Há uns tempos publiquei um devaneio acerca do incerto amanhã, hoje sei que as coisas boas são saboreadas de uma maneira mais intensa e mais verdadeira se nós não estivermos à espera delas. A realização pessoal é um motor de sucesso e eu sinto que começo a juntar algumas peças para construir esse tal motor propulsor de futuro (isto se excluirmos o exame nacional de francês no qual o futuro foi mais nublado que “O Encoberto” da Mensagem).

As surpresas são estímulos, são (como hei-de ser clara?) momentos de redireccionamento, de renovação, de reflexão e acção simultâneas. São surpresas…c’est ça (citação de francês = nevoeiro) …

Devo dizer que há pouquíssimos minutos tive uma óptima surpresa, o estímulo deste post! Não que não soubesse de qualquer coisa sobre o assunto e sobre a “marosca”, mas ver que realmente “aconteceu”…! Contudo, sem qualquer desmerecimento para o ser iluminado (e 50% é muito!) que proporcionou o momento de redireccionamento de hoje, o tema das surpresas foi verdadeiramente despoletado por rosas brancas, foi… porque “apeteceu”…

publicado por MB às 16:23
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2 comentários:
De AEu a 25 de Junho de 2007 às 17:51
Oh colega! Claro que se é surpresa, ninguém sabia antes, ou seja, pelo menos os destinatários, pois quem provocou a surpresa, esse(a) ou esses (as) sabiam de certeza, caso contrário nunca aconteceria.
Mas excluindo quem "ofereceu" as rosas brancas, e quem as "recebeu", talvez mais ninguém saberá da surpresa. Assim sendo, oh colega, trate de remover o "nevoeiro", caso contrário ainda alguém se despista.

Beijinhos.
De Ana a 25 de Junho de 2007 às 18:22
viva :) só para dizer que há quem lê o teu blog. e para parabenizar (é dos verbos brasileiros mais bonitos em português) a lucidez. surpresa?

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© Marta Barbosa 2007

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