Sexta-feira, 23 de Maio de 2008

(não sei que lhe chamar...)

 

Na curva da luz que se prostrou diante da tua sombra, o

mundo foi plano. Plano como devia ser a vida. Sem ciclos de

retorno a nada, a ninguém, a nenhures.

Plano na eminência do abismo que o atravessa e se projecta

quando a linha se quebra e as águas se derramam em cascatas,

em loucuras desejadas e em gritos de lâminas.

 

 

 

(Não me perguntem de onde isto veio, porque ainda não descobri. Mas noites de chuva esvaziam-me a alma.)

publicado por MB às 23:39
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3 comentários:
De Silvéria a 25 de Maio de 2008 às 18:23
Pois pois...a menina põe-se a escrever e estudar Semiótica e afins?
De KI a 29 de Maio de 2008 às 01:43
Chama-lhe...












...















...















Obelisco da Memória :)
De MB a 29 de Maio de 2008 às 14:31
Tens razão, tens toda a razão... Às vezes não vemos o que está mesmo debaixo do nariz...

Obrigada, Trapezista Ki.

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© Marta Barbosa 2007

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